Soluções para driblar a falta de mão de obra qualificada em TI

Os desafios das empresas frente as dificuldade para contratar e reter profissionais qualificados de TI. Conheça como a terceirização pode ser uma solução para esses problemas e ainda melhorar o resultado da área.
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A indústria brasileira de Tecnologia da Informação (TI) está ameaçada pela falta de mão-de-obra qualificada. O crescimento do setor têm trazido importantes investimentos nos últimos anos, porém, a busca por profissionais é considerada um desafio.
Hoje, a maioria das organizações tem vaga aberta, mas não consegue encontrar os talentos que necessita para desenvolver os projetos. Em 2011, o país fechou com déficit de 92 mil especialistas de TI, de acordo com o estudo da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Com esse cenário, é cada vez mais comum que as próprias empresas de TI invistam nos funcionários, auxiliando na formação complementar com cursos, palestras e workshops, todos aplicados internamente. O objetivo, mais que capacitar, é manter os talentos sempre fieis à corporação. Uma tarefa difícil.

O mercado aquecido provoca um fenômeno conhecido como “leilão” – a falta de profissionais faz com que as empresas entrem numa disputa pelo profissional mais qualificado. Dessa forma, é ele quem dita as condições de trabalho e, sobretudo, a remuneração. Mas essa realidade não é apenas por falta de qualificação.
De acordo com Márcio Alencar, do Centro de Desenvolvimento de Sistemas da GSW Soluções Integradas, cada vez mais as empresas transferem a responsabilidade do desenvolvimento de sistemas e dos serviços de TI a empresas terceiras. “Empresas de TI geralmente possuem um nível superior de especialização e experiência, porém, a empresa que terceiriza deve se preocupar em avaliar as empresas maduras daquelas que ainda estão se aventurando no mercado”, orienta.
Numa Fábrica de Software ou num Projeto de Desenvolvimento, serviços fornecidos pela GSW, o profissional é parte de uma equipe e segue um processo onde a gestão e o controle acompanham uma metodologia. “A maturidade desta metodologia, as práticas adotadas e a experiência e foco da gestão direta e indireta diferenciam e garantem o resultado esperado e a satisfação final do cliente”, ressalta Márcio Alencar.
Para a empresa que optar pela terceirização para atender suas demandas de desenvolvimento de sistemas, Alencar destaca alguns benefícios:
Foco no negocio - as áreas de TI voltam-se para a gestão do negócio evitando desviar seu esforço para atividades de desenvolvimento de sistemas e gestão de projetos, que exigem ainda capacitação técnica constante.

Atender a demanda - possibilidade de adequar a equipe para atender picos de trabalho através da contratação dos serviços de profissionais especializados, além da corresponsabilidade do gerenciamento de prazos, qualidade e disponibilidade de recursos.
Redução de custos - reduzir custos diretos com espaço físico, infraestrutura e fatores indiretos como: custos trabalhistas e RH.

CIO, o herói da resistência

 

Megatendências como cloud e mobilidade desafiam CIOs, gerando transformações na área e no papel do líder de TI

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Se a vida do CIO não foi tranquila, ela vem ficando menos ainda com as megatendências de TI como mobilidade, social business, cloud computing, consumerização e Big Data. Elas têm gerado uma grande transformação nas empresas, na maneira como elas fazem negócios e na forma como TI é gerenciada.

Nunca foi tão fácil para uma área de negócios autoservir de tecnologia, caso a área de TI não esteja pronta para atendê-la no prazo e custos esperados. Assim, TI terá de ser muito mais eficiente e o seu gestor, um verdadeiro herói da resistência, tendo de saber muito bem como alavancar essas novas tendências e evitar os riscos que elas geram.

Na pesquisa realizada, quase metade dos CIOs entrevistados mostrou algum grau de preocupação com as áreas de negócio “autoservirem” de soluções de TI. Nesse contexto, aparece o tema consumerização de TI. Atualmente, mais de 75% dos tablets e 45% dos smartphones usados nas empresas são de propriedade dos funcionários.

Esse assunto vem deixando muitos CIOs desesperados. Nada menos do que 70% deles se mostraram preocupados com esse assunto. Muitos acreditam que o fenômeno tem potencial de gerar ganhos para a empresa. Contudo, mais da metade apontou que ela aumenta, e muito, a exposição a riscos de segurança e vazamento de informações.

Big Data é uma das tendências. Contudo, é a mais distante da realidade da maioria das empresas no Brasil. Somente 10% dos CIOs apontaram que estão dando tratamento a dados não estruturados. A verdade é que muitas empresas ainda sofrem para lidar estrategicamente com os dados estruturados, e Big Data ainda é um sonho bem distante.  Cloud computing, por outro lado, já é uma realidade. É certo que é pouquíssimo comum ver projetos e sistemas transacionais estratégicos migrando para cloud, mas é cada vez mais usual sistemas periféricos sendo movidos para essa direção.

Outra preocupação do CIO é a dificuldade de reter talentos e achar funcionários qualificados no Brasil. Eles ficaram muito caros, e há casos em que custam mais do que seus pares norte-americanos e europeus.

Isso vem frustrando planos de muitos gestores de TI de multinacionais que gostariam de aumentar sua influência na organização, por meio da absorção de projetos globais. A pesquisa IT Leaders deixa bem claro que a vasta maioria dos CIOs amarga a falta de mão de obra no País, e a principal dor é achar profissionais qualificados. O triste é que quando eles os acham, geralmente querem ganhar mais do que a empresa orçou para a posição.

Para 2013, a IDC trabalha com dois possíveis cenários. O primeiro, e o mais provável, é que a crise nos países desenvolvidos continuará presente, mas seguirá em “banho-maria”, e a economia brasileira voltará a achar o seu rumo de crescimento.

Esse é o quadro, aliás, que a maioria dos CIOs que respondeu a pesquisa acredita, pois 70% deles apontaram que os seus orçamentos de TI crescerão no próximo ano, contra somente 9% que diminuirão. O segundo horizonte é bem mais cinza, e aponta para o derretimento enorme da economia mundial provocada pelo agravamento da crise europeia.

Sobrará para todo mundo, e o Brasil também será fortemente golpeado. Apesar de pouco provável, a possibilidade existe, e nesse caso provavelmente viveremos novamente um momento de aperto orçamentário, revisões de contratos etc.

O lado bom de trabalhar com TI é que mesmo em um cenário econômico ruim, boa parte das empresas continuará a investir em tecnologia para automatizar processos e compensar corte de pessoas, com o objetivo de aumentar suas eficiências e melhor atender aos clientes, além de aprimorar inúmeras outras funções para combater as crises. Haja resistência!

 

Fonte: Mauro Peres – CIO/UOL

 

Agilize o trabalho dos colaboradores com os modernos Sistemas de Colaboração Empresarial

Imagem_newsTI_1"Na economia da informação, obter, distribuir conhecimento, inteligência e reforçar a colaboração em grupo têm-se tornado vitais para a inovação e sobrevivência organizacionais." (Kenneth C. Laudon, 2004)

É cada vez mais comum que as empresas trabalhem com equipes distribuídas em salas ou até países diferentes, enquanto que a necessidade de trabalhar em grupo e a interdependência aumentam cada vez mais. Então, como transpassar a barreira imposta pelo tempo e espaço físico, para ter uma equipe coesa, trocando informações e atividades com a agilidade?

Neste momento é preciso contar a com a tecnologia dos Sistemas Colaborativos para auxiliar o trabalho dos colaboradores, estejam eles onde estiverem. O estudo da IBM de Portugal, realizado no primeiro trimestre de 2012, revela que 90% dos funcionários das organizações que participaram da pesquisa trabalham fora da empresa-matriz. Desses, 60% estão instalados em lugares diferentes dos seus diretores. Assim, a integração dos colaboradores e a unificação das informações em um só sistema tomam-se imprescindíveis.

Um exemplo de recurso colaborativo é o serviço de web conferência, que disponibiliza salas virtuais para encontros e reuniões a qualquer hora e de qualquer lugar, por onde os participantes compartilham apresentações, planilhas, documentos e até a própria área de trabalho (desktop) em um ambiente seguro.

Outra ferramenta que vem se destacando no mercado é o Sharepoint, plataforma da Microsoft, conforme comenta Márcio Alencar, Gerente do Centro de Desenvolvimento de Sistemas da GSW Software. "Estudos da Forrester Research demonstram o Retorno sobre o Investimento de diversas empresas que implementaram a plataforma. Nos nossos clientes do Brasil e na própria GSW, observamos ganhos relacionados à melhoria do controle gerencial através de implantação de workflow para automatizar a rotina de trabalho das áreas, além da facilidade de integração com soluções da família Microsoft, como o CRM e o Outlook, permitindo a troca de dados nativamente, o que diminui o custo dos projetos. A ferramenta contém um módulo de gestão, onde podemos configurar dashboards que ajudam a analisar informações de desempenho. Além disso, as informações são facilmente acessadas pelo celular ou no modo off-line, permitindo que as pessoas trabalhem em qualquer lugar, conectadas ou não à internet”, afirma.

Os sistemas de colaboração facilitam o uso da informação e da gestão do conhecimento, servindo de suporte no dia a dia da empresa. "Na GSW, por exemplo, através de ferramentas de wiki do próprio Sharepoint, compartilhamos conteúdo que contribuem na formação de novos colaboradores da área comercial. Para nossa área técnica, armazenarmos nossas experiências em projetos, como lições aprendidas e novas tecnologias, o que nos ajudam a acelerar o trabalho pois partimos dos conhecimentos já vivenciados por outros colegas.”

O uso crescente das ferramentas colaborativas nas corporações reflete uma nova postura estratégica e inovadora, que reconhece a colaboração como maneira de gerenciar processos e auxiliar as organizações a se manterem competitivas no mercado. O modo antigo estabelecia que o conteúdo tinha dono e devia ser protegido. Agora, o conteúdo é desenvolvido por meio da participação, está em constante mudança e tem seu contexto alavancado para criar oportunidades através da contínua colaboração.

Melhore os resultados da sua empresa com o modelo de gestão de Inovação Aberta

imagem_newsTI_2Ao contrário do conceito tradicional de inovação, onde todo conhecimento gerado pela organização deve ser mantido em segredo e só utilizado quando lucrativo, a Inovação Aberta defende que novos conhecimentos sejam compartilhados tanto dentro como fora da companhia.A ideia é enfatizar o uso de conhecimento externo para melhorar o desempenho do processo, acelerando e reduzindo o custo do desenvolvimento.

A inovação aberta, que vem Open innovation, surge como alternativa interessante para criar novos produtos, unindo diferentes entidades como indústria, universidade e governo para desenvolverem projetos de forma colaborativa, ao invés de contar somente com os recursos próprios.

Um exemplo de parceira baseada na inovação aberta é o framework java de código aberto chamado de Esfinge Framework, desenvolvido com a colaboração de instituto de pesquisa e empresa privada, como o ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e a GSW Soluções Integradas, que reúne neste  framework código de diferentes  programadores, com um interesse em comum: reduzir ao máximo a dificuldade no desenvolvimento de aplicações corporativas em Java.

Leia mais sobre o Esfinge clique aqui

“O framework beneficia uma cadeia de entidades. Para o ITA, conseguimos viabilizar o desenvolvimento de novas tecnologias e fornecer aos alunos temas de projetos que os aproximam da realidade de mercado. Para as empresas quer participam, adquirirem expertise tecnológica e têm à disposição ferramentas que aumentam a produtividade e qualidade nos sistemas. Além disso, por ser de código aberto, toda uma comunidade de desenvolvedores tem a liberdade de participar, contribuindo com sugestões, fazendo testes e até mesmo fornecendo novos componentes. Com isso, a inovação é aberta e segue um processo continuo de evolução. ”, conta Eduardo Guerra, idealizador do projeto e instrutor da Divisão de Ciência de Computação do ITA.

Alinhadas a essa visão, cada vez mais empresas recorrem à inovação aberta como alternativa para atender suas demandas de negócio e se tornar mais competitivas, pois aumentam a diversidade de conhecimento e a velocidade dos processos de inovação.

Por conta disso, as companhias estão percebendo a importância de abrir suas fontes tecnológicas e fazer as informações fluírem de dentro da empresa para fora e vice-versa. Confira a tabela com diferenças entre Inovação fechada e aberta.

Princípios da Inovação fechada Princípios da Inovação aberta
Pessoas envolvidas As pessoas competentes trabalham para nós Nem todas as pessoas competentes trabalham para nós. Precisamos trabalhar com pessoas competentes dentro e fora da empresa.
Investimento em P&D Para ter lucro através de P&D, precisamos fazer descobertas, desenvolvê-las e comercializá-las nós mesmos. P&D externo pode criar valor significativo e o P&D interno pode reivindicar uma porção desse valor.
Perspectiva de inovação Se nós mesmos fazemos as descobertas, teremos condições de sermos os primeiros a introduzirmos no Mercado. Não temos que necessariamente criarmos a Pesquisa para lucrarmos com ela.
Mercado Ganha aquela empresa que coloca primeiro uma inovação no Mercado. Construir um modelo de negócio é melhor do que chegar primeiro ao Mercado.
Retorno para a empresa Ganharemos, se criarmos as melhores ideias na empresa. Ganharemos, se fizermos o melhor uso das ideias internas e externas.
Propriedade Intelectual (PI) Devemos controlar nossa PI, de modo que nossos competidores não lucrem com nossas ideias. Devemos lucrar com outros usos de nossas PI e devemos adquirir outras PI desde que contribuam para avançar nossos modelos de negócio.
Olá, Tudo Bem?
Se precisar estamos a disposição.

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