Digitalização de processos fiscais beneficia empresas "sérias"

O governo brasileiro vem, cada vez mais, utilizando a tecnologia da informação para modernizar seus processos, garantir precisão das informações, agilizar serviços e assegurar confiabilidade de dados críticos.

O Brasil utiliza a urna eletrônica desde 1996 e a declaração de Imposto de Renda via internet ficou tão aderente que a Receita Federal não vai mais aceitar a modalidade papel.

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Governança corporativa garante perenidade de empresas

img_materia1Antes limitado a companhias com ações listadas nas bolsas do mundo, o tema governança corporativa hoje é mandatório para qualquer organização. Adotar boas práticas de governaça significa garantir a perenidade do negócio – e exemplos não faltam para mostrar quão crítica é a questão.

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Os desafios na implementação de ERP

Os fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 foram marcados pelas grandes implementações de sistemas de gestão integrada - o ERP, Planejamento de Recursos Empresariais. Isso porque as empresas chegaram a um ponto em que alguns de seus sistemas não "conversavam" entre si, o que gerava retrabalho e aumentava a possibilidade de erros em registros críticos.
Hoje, as grandes empresas já têm seus ERPs implementados. E suas experiências deixaram valiosas lições para as médias e pequenas, que ainda estão no momento de adoção das soluções integradas.
A maior dificuldade quando se implementa um ERP – principalmente quando ele tem muitos módulos e funcionalidades – é o impacto causado nos diversos departamentos da companhia. A opinião é do consultor Sérgio Lozinsky, profissional com passagem por grandes empresas como IBM, PriceWaterhouseCoopers e BoozAllenHamilton *.
"Se a empresa não se preparar para isso, a implementação se complica", diz. Isso porque um bom ERP traz embutidas boas práticas de negócios - que, geralmente, não são as mesmas práticas que a empresa adota, nos mesmos modelos. "Na implementação, a organização precisa se adaptar ao ERP – e não o contrário."
Assim, o trabalho começa com uma análise detalhada do impacto dos processos na cadeia produtiva. Lozinsky explica que a análise é feita a partir da compreensão das funcionalidades e da abordagem que o ERP propõe. "É preciso investigar como o ERP trabalha, como os conceitos embutidos nele são aplicados nos negócios e o que isso vai causar na corporação", explica.
Neste momento, o ideal é que várias pessoas-chave participem e que a avaliação não seja feita só pela área de TI. "O projeto de implantação do ERP é coordenado pela área de TI, mas deve envolver outras áreas desde a escolha da ferramenta", diz.
A partir daí, os envolvidos avaliam que tipo de projeto será desenvolvido e quem serão as pessoas envolvidas. Também é preciso fazer a chamada limpeza de dados. "Quando se entra num novo sistema, o aproveitamento do histórico é difícil. Por isso, é preciso saber como as informações da empresa entrarão na nova estrutura."
Com isso definido, a companhia precisa criar um cronograma factível para as diversas atividades de implementação, realizar testes e treinar usuários para utilizar o novo sistema. Assim, coloca-se um ERP "no ar".
Mas o projeto não termina aí. Quando está rodando um ERP, as empresas esbarram em diversas dificuldades. Ao longo dos anos, elas perdem os funcionários capacitados no sistema e, por vezes, não treinam os novos. Essa falta de reciclagem impacta diretamente nas funcionalidades do ERP.
Este tema será tratado na próxima edição, que também vai falar de outros problemas que vêm depois da implantação do ERP, como falta de manutenção, falta de atualização e implementação de sistemas-satélite ao ERP, que podem desmontar o conceito de gestão integrada e colocar a empresa no mesmo nível que antes da implementação – com vários sistemas que não conversam entre si.
* Sérgio Lozinsky liderou dezenas de projetos no Brasil e no exterior relacionados à estratégia, arquitetura e governança de TI, seleção e implementação de sistemas, shared service centers, inovação e transformação de empresas. Atualmente coordena um grupo de consultores seniores com diversas especializações em sua empresa SLozinsky Consultoria de Negócios.

Os fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 foram marcados pelas grandes implementações de sistemas de gestão integrada - o ERP, Planejamento de Recursos Empresariais. Isso porque as empresas chegaram a um ponto em que alguns de seus sistemas não "conversavam" entre si, o que gerava retrabalho e aumentava a possibilidade de erros em registros críticos.

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Certificados garantem softwares mais estáveis e de menor custo

Cada vez mais as instituições vêm terceirizando o desenvolvimento e manutenção de seus sistemas utilizando empresas especializadas em soluções de TI. O aumento deste tipo de demanda tem impulsionado a adoção de modelos e práticas que proporcionam a otimização do desempenho e a garantia da qualidade dos produtos e processos de software.
A utilização de processos de desenvolvimento baseados nestes modelos e práticas internacionais acrescenta maior maturidade aos fornecedores de TI e consequentemente a confiabilidade no relacionamento com o cliente. Uma prova disto é o grande crescimento da indústria indiana de software que hoje detém uma grande fatia do mercado e conquistou credibilidade através da adoção do modelo CMMI (Capability Maturity Model Integration). Esta mesma estratégia vem sendo hoje adotada por empresas chinesas de software, sendo a China atualmente um dos países que mais investem na implementação deste modelo.
O CMMI, desenvolvido pelo Software Engineering Institute (SEI), da universidade norte-americana Carnegie Mellon, é um modelo baseado em níveis de maturidade organizacional, ou seja, na coleção de melhores práticas organizadas por área de processo.
A metodologia CMMI orienta a melhoria de desenvolvimento de software e visa integrar as áreas de processo da organização, sendo indispensável o estabelecimento de objetivos que estejam alinhados às estratégias de negócio da empresa.
A utilização de processos bem definidos e baseados em modelos como o CMMI colaboram diretamente para a qualidade dos produtos de software. Com processos estruturados, padronizados e controlados, o resultado são softwares que operam com o mesmo padrão de qualidade tornando a contratação deste tipo de serviço mais profissional e menos dependente da ação individual dos envolvidos.
Todas estas melhorias se refletem diretamente nos sistemas entregues aos clientes, que se beneficiam principalmente da qualidade do produto final, assegurado por processos que reduzem as falhas e não conformidades, além da maior transparência e visibilidade dos projetos.
A GSW, empresa que desenvolve sistemas sob demanda, adotou o modelo CMMI para estruturar os seus processos de desenvolvimento de software. “A implantação de CMMI foi essencial para melhoria da qualidade dos sistemas que desenvolvemos para nossos clientes.”, comenta Marcio Alencar, Gerente de Desenvolvimento. “Obtivemos melhor índice de satisfação quanto ao atendimento das necessidades dos clientes e quanto aos prazos de entrega, além da diminuição de retrabalho e melhoria na gestão pela adoção de indicadores de desempenho”.
No próximo artigo continuaremos com as vantagens do CMMI, aprofundado no processo de Auditoria de Garantia da Qualidade.

Cada vez mais as instituições vêm terceirizando o desenvolvimento e manutenção de seus sistemas utilizando empresas especializadas em soluções de TI. O aumento deste tipo de demanda tem impulsionado a adoção de modelos e práticas que proporcionam a otimização do desempenho e a garantia da qualidade dos produtos e processos de software.

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