Planejamento da TI para 2011 – Os cuidados e recomendações para seu orçamento

A área de TI é vista hoje com uma provedora de serviços, é preciso organizar o orçamento conforme demanda das áreas de negócio, e não por categorias.

Segundo Craig Symons, analista responsável pelo estudo intitulado From Black Box to Glass Box: Case Studies in IT Financial Transparency  (Da Caixa Preta para a Caixa de Vidro: Estudos de Caso sobre Transparência Financeira em TI, em tradução livre para o português), “nas empresas bem-sucedidas, os departamentos de TI deixam a posição de gerenciadores dos ativos de tecnologia para se transformarem em provedores de serviços internos”.

Mas para o sucesso dessa transição, há alguns cuidados e recomendações que devem ser seguidas durante o planejamento e orçamentação anual do departamento. Apesar de parecer uma tarefa fácil, os CIOs enfrentam muitas dificuldades, como justificar investimentos, projetos inesperados e muita pressão.

O problema se inicia a partir do momento em que as demais áreas da empresa não conseguem compreender a área de TI e seus orçamentos. Mas essa postura afeta não só a credibilidade do departamento de TI, como os resultados financeiros das organizações como um todo. Segundo o relatório da Forrester Research, as organizações precisam rever a maneira como controlam os orçamentos da área de tecnologia.

O relatório apresenta então, algumas recomendações que devem ser levadas em conta, como por exemplo:
  • É importante justificar o valor que a TI agrega para a organização. Quando isso não acontece, as empresas passam a questionar a fatia do orçamento destinada ao setor e de que forma esse valor trouxe resultados para a organização. “Por isso o posicionamento do valor da área deve ser bem definido, e a partir deles, estabelecer indicadores de desempenho que facilitam a demonstração dos resultados, tornando os benefícios tangíveis”, afirma o analista em relatório.
  • Uma vez que a área de TI é vista hoje com uma provedora de serviços, é preciso organizar o orçamento conforme demanda das áreas de negócio, e não por categorias. Segundo o relatório, “os gastos de TI são, na maior parte dos casos, divididos por categorias que, de forma geral, refletem como os ativos são adquiridos e pagos, mas dificilmente mostram como são usados”. Na prática, o analista detalha ainda o que o departamento de TI adquire servidores, discos de armazenamento e licenças de software, os usuários demandam e consomem serviços como e-mails, suporte, acesso à internet, hospedagem, entre outros.

A ideia é que a empresa busque uma maior transparência nos gastos de TI, transferindo o orçamento para as diversas áreas de negócio. Caso isso não chegue a ser feito, a empresa poderá enfrentar dois grandes problemas: resultados financeiros distorcidos e decisões comprometidas.

Newsletter: Edição 005 – Ano 2010

Leia Também:

 

Olá, Tudo Bem?
Se precisar estamos a disposição.

Receba nossa newsletter

Fique tranquilo não enviamos e-mails em excesso.

Nome
E-mail
Assunto
Selecione

  • Desenvolvimento de Sistemas
  • SAP Solution Center
  • Gestão Tributária
  • Comércio Exterior
  • BPO Tributário
  • CRM & Mobile