Você conhece os incentivos do governo brasileiro para exportação?

Por ser um país bastante extenso territorialmente e muito diversificado, o Brasil oferece inúmeras possibilidades de exportação para empresas dos mais diferentes setores de atuação. No entanto, apesar de ser um grande exportador de comotities devido à produção agrícola e à riqueza em minerais, o país ainda não possui uma cultura de exportação.

Empresas de TI incorporam prática de testes em seus processos internos para assegurar a entrega de um produto final de qualidade ao cliente.
Ao longo dos anos, a realização de testes durante o processo de desenvolvimento de softwares vem evoluindo e se consolidando com base em padrões reconhecidos internacionalmente.
No princípio, a execução de testes consistia apenas em percorrer um código fonte e corrigir problemas já conhecidos, atividade que era realizada pelos próprios desenvolvedores, não existindo recursos específicos para essa ação. A partir de 1957, essa ideia se ampliou para um processo de detecção de erros de software, executado apenas no final do desenvolvimento.
Dos anos 70 em diante, os testes passaram a ganhar mais importância graças ao conceito de engenharia de software, que foi adotado como padrão pelas universidades e organizações. Em 1979, Glenford J. Myers, produziu um dos primeiros trabalhos “The Art of Software Testing”, no qual definiu que: “Teste é o processo de executar um programa com o intuito de encontrar erros”, apresentando a ideia de que quanto mais cedo se descobre e corrige um erro, menor é o custo para o projeto.
Já nos anos 80, o conceito de “qualidade de software” profissionalizou a execução dos testes, considerando que desenvolvedores e testadores trabalhassem juntos no processo de desenvolvimento, tendo cada fase sua atividade de conferência de modo a garantir que a etapa estava completa.
Hoje em dia, padrões foram consolidados como o CMM (Capability Manuterity Model), elaborado pelo Software Engineering Institute, que é adotado pelas empresas desenvolvedoras de software como modelo de avaliação e testes mais reconhecido mundialmente.
A crescente importância com testes e padrões de qualidade tem se refletido atualmente nas mais diversas organizações, que, em busca de alcançar a eficiência na gestão e na operação para se manterem competitivas no mercado, estão se apoiando cada vez mais na tecnologia visando a redução de custos e mais agilidade nas decisões.
Com isso, o aumento da dependência tecnológica das companhias que têm suas operações internas suportadas por sistemas informatizados está configurando um novo cenário, no qual os riscos de um mau funcionamento no processo de software pode impactar de forma significativa o negócio.
Para minimizar esses riscos, as empresas de TI vêm atuando com base num processo de qualidade de software que integra sua estratégia corporativa em prol do pleno atendimento às necessidades de seus clientes finais, usuários dos mais diversos sistemas.
A aplicação dos testes de software faz parte deste processo por meio do qual é possível garantir a qualidade do produto em conformidade com o que foi especificado no projeto.  Para isso, ao realizar testes nos sistemas desenvolvidos, as empresas adotam como prática de sucesso que os testes sejam efetuados por uma equipe específica e não pelo grupo de desenvolvimento.
“A forma de pensar utilizada durante os testes é diferente da utilizada durante o desenvolvimento. Muitas vezes, os desenvolvedores concentram-se apenas no caso de sucesso para determinada situação e deixam de implementar alguma funcionalidade ou regra de negócio que foi especificada. Por isso, a separação da atividade de teste para um testador é feita para focalizar o esforço. Testadores têm certo grau de independência, o que muitas vezes representa uma forma eficiente de encontrar defeitos e falhas”, explica Danielle Souza Guimarães, Analista de Teste da GSW.
Alinhadas a essa realidade, cada vez mais empresas de TI têm migrado a realização de testes de uma tarefa secundária para etapa crucial de seu processo interno. “Penso que a dificuldade em implantar um setor de testes está relacionada à cultura e à resistência da empresa, que acredita desenvolver da melhor forma e conforme as necessidades do cliente. No entanto, assim como o desenvolvimento, o teste também deve fazer parte do ciclo de vida do software”, complementa Danielle.
Para Luiz Alberto, Professor de Engenharia de Software da PUC Minas (campus Poços de Caldas) e Consultor da empresa Affirmare TI, esse cenário se confirma. “A atividade de desenvolvimento de software é essencialmente humana e, como tal, sujeita a muitos erros ou enganos. Sem dúvida, uma das formas mais eficientes de se encontrar erros inseridos durante o desenvolvimento ou manutenções no software é a realização de testes. Minha percepção como professor, consultor e desenvolvedor é que o teste vem se tornando a cada dia mais popular nas organizações. O desejo de reduzir as falhas no software e os impactos negativos trazidos por eles têm motivado o aumento no uso dos testes pelas empresas”.
Na GSW, empresa de Tecnologia da Informação com foco no desenvolvimento de sistemas, por exemplo, a área de testes é recente e foi estruturada em 2010. Atualmente, a equipe conta com dois colaboradores que elaboram casos de testes e os realizam efetivamente. “Defeitos encontrados durante a execução dos testes são reportados para a equipe de desenvolvimento. Os testes são executados desde o início do projeto e não apenas no final. Em cada sistema testado, aprendemos novas lições que nos permitem aprimorar o processo de modo a prevenir reincidências de erro e melhorar a qualidade de sistemas futuros”, conta Danielle.
Dicas :: Melhores práticas para realização de testes de software
1. Recrute profissionais detalhistas, metódicos e pacientes. Procure pessoas que também saibam codificar.
2. Reúna no mesmo espaço testadores e desenvolvedores para aprimorar a comunicação entre dois grupos.
3. Monte uma estrutura de hierarquia independente. A função de teste não deve reportar a nenhum grupo que é avaliado por cumprir prazos ou manter baixos os custos de um projeto.
4. Dedique testadores a sistemas específicos.
5. Proporcione treinamento em negócio.
6. Permita que usuários da área de negócio também testem para assegurar que os sistemas que TI está desenvolvendo sigam as especificações.
7. Envolva o grupo de operações de rede para lhes dar a chance de ensaiar uma implementação antes que um sistema entre em produção, garantindo que a implementação real transcorrerá sem sobressaltos.
8. Crie um laboratório que reproduza seu ambiente de negócio.
9. Desenvolva testes durante a fase de requisitos. A metodologia ágil recomenda que se deve testar continuamente, do início ao fim do projeto.
10. Aplique particionamento de classe de equivalência, técnica que os testadores usam para identificar requisitos funcionais adicionais que analistas e usuários da área de negócio talvez não tenham observado ou comunicado.

 

Conheça as principais medidas de incentivo disponíveis pelo governo que podem beneficiar empresas dos mais diversos tipos e portes.

Por ser um país bastante extenso territorialmente e muito diversificado, o Brasil oferece inúmeras possibilidades de exportação para empresas dos mais diferentes setores de atuação. No entanto, apesar de ser um grande exportador de comotities devido à produção agrícola e à riqueza em minerais, o país ainda não possui uma cultura de exportação.

Um exemplo disso é a falta de informação sobre a exportação de um modo geral e, especialmente, sobre os tipos de apoio disponíveis pelo governo para beneficiar a organização nesse tipo de transação. “Tradicionalmente, as pequenas empresas estão à parte do processo de exportação por desconhecimento ou mesmo por falta de recursos para controlar os benefícios que o governo oferece”, afirma Fernando Rodrigues Magri, Gerente de Inteligência Competitiva e Relacionamento com o Mercado da Softway, empresa líder em soluções de software para Comércio Exterior.

Para mudar esse cenário, o governo federal vem gradativamente desenvolvendo projetos e apoiando os empresários interessados na exportação, uma vez que esse movimento favorece a balança comercial e o equilíbrio da economia, atraindo divisas e empregos. “São vários os incentivos oferecidos, principalmente a não incidência de impostos na exportação. Além disso, existem os “regimes especiais” que são benefícios de não tributação de importação de matérias que serão produzidas no Brasil e depois exportadas como, por exemplo, o Drawback, o RECOF e o DE. Os governos estaduais também possibilitam vantagens como a isenção de ICMS e FUNDAP”, explica Magri.

Com a isenção de impostos, o governo possibilita que os produtos brasileiros cheguem ao mercado exterior com o preço competitivo. Além do incentivo tributário e fiscal, os governos federal e estadual disponibilizam diversos agentes de promoção à exportação para os empresários como forma de disseminar a cultura exportadora.

Um desses agentes é a APEX (Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) que tem a função de inserir empresas de todos os portes no mercado internacional, com foco nas pequenas e médias, auxiliando tanto os empresários brasileiros com interesse em se internacionalizar quanto empresários estrangeiros interessados em entrar no mercado nacional.

Outra ferramenta à disposição das organizações é o Portal do Exportador, oferecido pelo Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior. O website dinâmico e didático reúne informações sobre a exportação, assim como os principais termos, mecanismos, legislações e entre outros assuntos sobre o tema, ensinando passo a passo o processo de exportação. Mais informações, acesse: www.portaldoexportador.gov.br

 

Box: Conheça os principais benefícios para os exportadores:

 

ICMS

A exportação de produtos industrializados é imune ao ICMS (CF/88, art. 155, § 2º, X, a).  Não são tributáveis as operações, de que decorra a exportação de produtos:

(a) industrializados, em virtude de imunidade;

(b) semi-elaborados, em virtude de não-incidência; e

(c) primários, em virtude de não-incidência.

O exportador pode ainda creditar-se do ICMS pago na aquisição dos insumos destinados à industrialização ou mercadorias adquiridas para revenda, bem como da energia elétrica (na proporção da exportação sobre as saídas ou prestações totais ou integralmente quando consumida no processo de industrialização) e serviços de comunicação (na proporção da exportação sobre as saídas ou prestações totais).

 

IPI

São imunes da incidência do imposto, os produtos industrializados destinados ao exterior (Constituição, art. 153, § 3º, inciso III), contemplando todos os produtos, de origem nacional ou estrangeira. Além disso, o estabelecimento exportador pode creditar-se do IPI pago na aquisição dos insumos que industrializou.

 

PIS e COFINS

As exportações são isentas do PIS, de acordo com o artigo 14, § 1º, da MP 2.158-35/2001. A Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) não precisa ser pagas. O exportador poderá receber crédito presumido do IPI quando produzir e exportar mercadorias que utilizem insumos nacionais, que sofreram incidência de PIS e COFINS.

 

ISS

O ISS não incide sobre as exportações de serviços para o exterior do País (art. 2, I, da Lei Complementar 116/2003).

 

DRAWBACK

O regime aduaneiro especial de Drawback é um instrumento de estímulo às exportações, permitindo às empresas brasileiras o aperfeiçoamento e a modernização de seus produtos. Esse incentivo inclui a suspensão ou isenção do recolhimento de taxas e impostos, incidentes sobre a importação de mercadorias utilizadas na industrialização, ou acondicionamento de produtos exportados ou a exportar.

 

Dedução IR

São dedutíveis do Imposto de Renda remessas de divisas para o exterior, destinadas exclusivamente ao pagamento de despesas relacionadas com pesquisa de mercado para produtos brasileiros de exportação, bem como aquelas decorrentes de participação em eventos. Despesas com aluguéis e arrendamentos de estandes e locais de exposição, vinculadas à promoção de produtos brasileiros, assim como propagandas realizadas no âmbito desses eventos, também possuem este benefício.

 

 

 

 

Newsletter: Edição 014 – Ano 2012

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