Falta de mão de obra qualificada no setor de TI: Como atender a crescente demanda diante deste desafio?

Com a escassez de profissionais qualificados no mercado, Universidades investem na formação de qualidade dos alunos e empresas criam estratégias para capacitação interna.

O aquecimento no mercado de Tecnologia da Informação no Brasil tem trazido importantes investimentos para o segmento nos últimos anos, no entanto, as organizações que atuam no setor enfrentam um grande desafio na busca por mão de obra qualificada em TI para atender a toda demanda existente.

Falta de mão de obra qualificada no setor de TI: Como atender a crescente demanda diante deste desafio?

 

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O aquecimento no mercado de Tecnologia da Informação no Brasil tem trazido importantes investimentos para o segmento nos últimos anos, no entanto, as organizações que atuam no setor enfrentam um grande desafio na busca por mão de obra qualificada em TI para atender a toda demanda existente.

O balanço anual realizado pela empresa de recrutamento e seleção de altos executivos Fesa comprova esse cenário. O levantamento mostra que a contratação de profissionais de TI e Telecom aumentou 110% só no segmento de altos cargos, em 2010, em relação ao ano anterior.

Dados da pesquisa Global CEO Study 2010 realizada pela IBM também confirmam a escassez de profissionais capacitados na área de TI. O estudo revela que, para 50% dos CEOs brasileiros, a falta de mão de obra qualificada é ainda um grande obstáculo para o sucesso das empresas.

Os principais desafios apresentados são a concorrência acirrada entre as próprias organizações (a recorrente guerra salarial que aumenta a rotatividade dos colaboradores) e a falta de profissionais especializados.Com a missão de formar jovens aptos a atuar no mercado de TI, a Faculdade Veris IBTA tem investido de forma intensa nos cursos voltados à tecnologia. Aproximadamente 30% da carga horária do curso é realizada em laboratório com práticas específicas; em Redes de Computadores, Banco de Dados, Sistemas para Internet ou Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

“Colaboramos ativamente com os alunos a fim de assegurar seu ingresso no mercado de trabalho e sua evolução profissional. Para isso, aproximamos os estudantes e as empresas por meio de parcerias estratégicas com organizações como IBM, Cisco e Oracle, garantindo uma formação de alto nível conectada às demandas das empresas”, afirma Marcelo Vasconcelos, coordenador acadêmico da Veris IBTA, unidade São Paulo.

Para Andreza Grillo, proprietária da Par Consultoria, agência de Recursos Humanos focada na área de TI, a qualificação é o ponto chave para o atual cenário. “Ao anunciarmos uma vaga, recebemos  dezenas ou centenas de inscrições de candidatos. O problema é que, ao verificar a compatibilidade do perfil, constatamos um número bem reduzido dos que possuem a qualificação requerida para o setor de TI”, comenta.

Para driblar essa falta de profissionais capacitados no mercado, a Softex, organização não governamental que promove atividades de inovação e desenvolvimento em Tecnologia de Software, tem auxiliado as empresas de TI a superar esse desafio. “Nós estruturamos planos de capacitação de profissionais tanto em engenharia de software por meio do Programa MPS.BR (Melhoria de Processo de Software Brasileiro) quanto em projetos específicos para formação de programadores nas principais linguagens de desenvolvimento, tais como Java e Dotnet. Com isso, esperamos fornecer a qualificação requerida aos profissionais da área”, diz José Antonio Antonioni, Diretor de Qualidade e Competitividade da Softex.

Diante deste contexto, as próprias organizações criam estratégias próprias para completar seu quadro de profissionais. “Muitas delas têm reduzido a qualificação requerida para vagas de TI a fim de conseguir completar sua equipe. Outras apostam numa política de cargos e salários bastante agressiva e acima da média de mercado para atrair os novos talentos. A formação de mão de obra é também uma outra alternativa que tem sido aplicada por diversas companhias, porém exige um pouco mais de tempo e disponibilidade de recursos financeiros”, conclui Andreza.

 

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